[Conto Erótico Gay] O rei e o sumo sacerdote

[Conto Erótico Gay] O rei e o sumo sacerdote

*Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.

**Imagem meramente ilustrativa.

1

Uma gota de suor desceu pela testa de Marcus de encontro à sua sobrancelha, que a desviou do olho levando-a a cair sobre o chão de terra. Marcus levantou seu tronco ficando totalmente ereto em meio à arena enquanto era ovacionado por uma plateia enlouquecida.

Sentiu cada um de seus músculos arderem e ofegava o cansaço da batalha. Levantou o braço direito para o alto mostrando a lâmina prateada de sua espada, levemente borrada de sangue. Nesse momento urrou um grito de vitória e incendiou ainda mais as pessoas na arquibancada de pedra.

Ele, o único homem em pé no centro da estrutura, olhou para o sol, que emanava os raios quentes do verão e riu um riso alto e satisfeito. Como rei de Sucram, ele não precisaria estar ali, poderia somente observar outros homens batalhando, mas sua criação foi na guerra, em meios às batalhas e era ali que se sentia vivo.

O rei vitorioso deixou o espaço daqueles jogos sangrentos e seguiu para seu castelo, onde iria banhar-se em suntuoso espaço, acompanhado pelas mais belas concubinas.

Durante a ceia de celebração, um jovem bibliotecário irrompeu ao salão principal do castelo, onde os homens e mulheres festejavam, e foi de encontro ao ministro-chefe. Após balbuciar palavras ao pé do ouvido do velho homem, andou para trás assustado e calou-se.

O ministro seguiu discretamente até o rei, no centro da mesa, e pediu para falar-lhe a sós. Com um aceno bruto e impaciente, o rei afastou duas lindas e seminuas mulheres que lhe afagavam o corpo.

Também o ministro balbuciou palavras em tom baixo e apreensivo.

O rei sentiu seu coração tremular como há muito não fazia, apertou a taça em sua mão com tamanha força que a fez quebrar em pedaços. Mesmo tendo participado de um sem número de batalhas, sentiu naquele momento o sangue ferver lhe o corpo e incendiar a alma.

Levantou e ordenou que lhe trouxessem um cavalo.

“Meu rei, por favor, não faça isso! Os sacerdotes da Deusa-Mãe são respeitados por todos os povos, não os provoque, por clemência!”

Em reposta aos seus apelos, o ministro quase recebeu um golpe do rei que, controlando-se, apenas repetiu seu pedido mais uma vez, agora olhando diretamente para o ministro: “Tragam meu cavalo!”.

Sozinho, Marcus atravessou a cidade e adentrou o deserto. Algum tempo depois entrou pelos portões do Templo Estame Fértil, o principal do país, construído em adoração à Deusa-Mãe.

Saltou do cavalo e passou agressivamente pelos pacíficos sacerdotes, todos de branco, que não conseguiam esconder certo medo diante da presença rude do rei.

Marcus entrou no quarto principal do templo, reservado ao sumo sacerdote.

No enorme quarto cerca de vinte sacerdotes arrumavam o espaço e conversavam entre si. O olhar do rei esquadrinhou rapidamente o espaço e encontro o que procurava.

Descendo os degraus de acesso, o rei atravessou o espaço em direção a um pequeno grupo, em seu centro um jovem era adulado por três homens mais velhos que pareciam se desdobrarem em elogios.

“Como ousa retornar?!”

O jovem virou-se para o rei, observando sua presença pela primeira vez. Os demais, já estáticos, apenas olhavam para a cena.

“Como ousa?!”

A voz rouca do rei elevou-se em um quase grito, aumentando a tensão do ambiente, mas o jovem não parecia ter sido afetado. Quase era possível ver um sorriso em seu rosto.

Um dos três sacerdotes mais velhos tomou corajosamente à frente e decidiu barrar o gigante:

“Vossa Majestade, mesmo sendo o rei, você não pode entrar nesse espaço. Esse é um ambiente sagrado, reservado somente para…”

“Saia!”

“Como?!”

“Saia daqui! Saiam daqui, todos vocês!”

A ordem imperativa assustou os mais jovens da sala. O corajoso que pensou em barrar o gigante ficou sem palavras e todos se voltaram para o jovem que quase sorria, ele acenou afirmativamente com a cabeça e todos saíram do quarto.

Em nenhum momento os olhos do rei desviaram dos olhos do jovem, sumo sacerdote da Deusa-Mãe e soberano daquele cômodo.

O quarto esvaziou-se e a pesada porta foi fechada com um ruidoso barulho, em um movimento rápido o rei avançou sobre o jovem, prendendo-o contra a parede. Seu antebraço direito prendia o pescoço do calmo sumo sacerdote e o punho esquerdo fechado esmurrou a parede a centímetros do rosto do jovem, ferindo a parede, mas não a mão grossa do rei.

“Eu deveria mata-lo, aqui mesmo”

“Mas não vai fazê-lo, pois caso contrário, já o teria feito”

A tranquilidade e a provocação do sacerdote incendiavam ainda mais o peito do rei. Com sua mão esquerda segurou o rosto do jovem e, pressionando ainda mais seu pescoço, o rei levantou a cabeça de seu prisioneiro, mais baixo vários centímetros que ele, em direção ao seu rosto.

“Ah Naik! Você e sua maldita petulância”

O rei mirou pausadamente o rosto de seu prisioneiro e completou:

“Você e sua maldita beleza”

Marcus liberou o pescoço do sacerdote, mas, ainda segurando o rosto delicado de Naik, puxou-o para si e roubou-lhe um beijo.

Com a fome de um miserável, o rei invadia a boca de seu prisioneiro, consumindo-lhe por completo, estavam a alguns passos da cama onde, fatidicamente, terminariam.

2

Marcus afastou o rosto do jovem e o mirou, ofegava mais agora do que quando estava na arena. Com certa violência, o rei jogou Naik sobre a cama e, ainda em pé, se despiu vagarosamente mirando o jovem que o observava sorrindo.

Suas roupas caíram por completo, revelando um corpo forte, construído por meio de batalhas e uma alimentação nada saudável. Os muitos pelos de seu corpo ficaram expostos e seu viril membro destacou-se por seu farto tamanho e grossura.

Naik olhou para o pênis do rei, sem pudor.

Marcus agarrou seu membro com a mão direita e o balançou com malícia.

“Você vai levar uma surra disso aqui para aprender a nunca mais se afastar de seu rei!”

Em resposta, Naik apenas sorriu e mordeu seu lábio inferior.

O rei subiu na cama devagar e deitou seu pesado corpo sobre Naik e o beijou novamente.

Suas mãos ásperas exploraram o corpo do jovem, arrancando-lhe o manto branco aos rasgos e mordidas. Revelava o corpo de um saudável sacerdote, que praticava seus exercícios diariamente e mantinha a alimentação mais saudável conhecida.

O sacerdote ofegava e tremulava a cada incursão do rei.

Os dois corpos ardiam, febris e famintos.

Marcus usava sua barba cerrada para arranhar a pele branca do jovem, deixando sobre ela marcas avermelhadas. O jovem, por sua vez, gemia e unhava as costas do gigante enquanto beijava e mordia cada centímetro do corpo do rei que conseguia alcançar.

Suas línguas molhavam tanto seus corpos nus, quanto invadiam mutuamente suas bocas repletas de um hálito ardente.

Cansado da troca de carícias Naik empurrou o pesado corpo do rei para seu lado, libertando-se do aprisionamento do gigante.

Ainda faminto Naik beijou o pescoço do rei e desceu vagarosamente em direção ao peito, onde esfregou seu delicado rosto entre pelos do amante antes de continuar seu caminho.

Entre beijos e lambidas, Naik chegou até o pesado membro do rei que, rígido, respondia aos seus toques com firmeza como se desejasse toda a atenção para si.

Segurou-o então com sua mão e, mirando a cabeça rosada, lambeu-a com carinho. O rei contorceu-se de prazer. Não satisfeito, Naik dava-lhe leves mordidas na glande em meio a suas lambidas fartas, fazendo o pesado corpo de Marcus movimentar-se sozinho em desespero e ânsia.

Ao cansar da brincadeira, Naik engoliu o membro o rei, sentindo um leve sabor salgado invadir lhe a boca, até quase a garganta. O farto membro ocupou todo espaço entre a língua e o céu da boca do jovem, que salivava e sugava com forte pressão o pênis de seu rei.

Com curtas pausas para respirar, Naik continuava sua incursão contra o membro, chupando-o com afinco.

Seu coração disparado escondia a consciência racional do sacerdote e lhe entregava às ações instintivas, de puro prazer e tentação.

Ainda segurando o membro com sua mão, Naik desceu seu rosto ainda mais e lambeu com o mesmo carinho os testículos que, como tudo em seu rei, era farto. Engoliu cada um deles separadamente e depois, com fome, segurou as duas formas ovais dentro de sua boca enquanto masturbava um rei já enlouquecido.

Abrindo espaço, Naik ainda teve tempo para lamber o ânus de seu rei e, com cautela, empurrou sua língua o mais dentro do orifício que conseguiu, porém nesse momento Marcus se cansou da brincadeira e com um movimento suave, não comum aos olhos de outros, o rei pegou Naik com cuidado e o posicionou na cama de bruços. O jovem sentiu que aquele era o momento de seu rei possuí-lo mais uma vez.

Marcus beijou delicadamente o pescoço do jovem e desceu por suas costas com beijos suaves. Ao alcançar a redonda e robusta bunda do sacerdote disferiu lhe um pesado tapa contra as nádegas, deixando a pele avermelhada e arrancando mais suspiros de Naik.

Usando as duas mãos o rei abriu o espaço necessário e usou sua língua para lambuzar o orifício que desejava. Com lambidas longas, umedecia o ânus e com destreza enfiava-lhe a língua para dentro do músculo.

Aos poucos seus grossos dedos foram introduzidos na brincadeira abrindo a área que receberia o enrijecido e faminto membro que tremulava ansiando por sua vez de invadir o apertado espaço.

Com cuspes abundantes, o rei já conseguia que três de seus dedos brincassem sem resistência, sentiu que não poderia mais esperar.

Com calma, mas ofegante, Marcus ajoelhou-se perto da bunda do jovem e muito vagarosamente tocou a cabeça de seu membro no buraco à sua frente, lambuzando mais as áreas com sua saliva, forçou a grossa glande contra a abertura do ânus fazendo-o ceder e abrir-se vagarosamente.

Naik gemia num quase grito e ofegava.

Ainda em sua incursão, o rei continuou a forçar a entrada, invadindo um espaço que em troca lhe apertava o membro causando-lhe sensações mil.

Depois que a cabeça adentrou o espaço, o resto do membro foi quase sugado junto para dentro do ânus, que pulsava com força brincando com o invasor desejado.

Ao sentir sua pélvis tocar o corpo do jovem, o rei fez alguns poucos movimentos vagarosos, deixando que o músculo anal se acostumasse ao invasor. Ao senti-lo pronto, aumentou o ritmo frenético, empurrando seu pênis totalmente para dentro do ânus e recuando até quase retirar a glande.

Com movimentos cada vez mais fortes e curtos, o rei transava sem pudores com o sacerdote.

Marcus deitou sobre o corpo do jovem e passou o braço direito ao redor de seu pescoço puxando o corpo do sacerdote levemente para cima, deixando-o na melhor posição para ser possuído. Com a mão livre oras acariciava o seu corpo, oras desferia lhe alguns tapas e apertões.

Sempre com as bocas próximas, o rei beijava constantemente o jovem fosse em sua boca ou em seu pescoço e, às vezes, com fome e ardendo, mordia lhe o ombro e o cangote.

Sem tirar seu membro de dentro de Naik, a dupla virou seus corpos deixando o jovem em cima do rei. No controle da situação, Naik aumentava o ritmo das penetrações enquanto masturbava a si mesmo.

O colchão com efeito de molas ajudava nos movimentos, fazendo com que a penetração fosse ainda mais profunda.

Não demorou para Naik soltar seu liquido quente e branco, sentindo um arrepio por todo seu corpo. A pressão feita para que ejaculasse fez com que seu ânus apertasse mais o membro do rei que, sem conseguir se controlar, seguiu seu amante deixando seu esperma jorrar livre pelo ânus do sacerdote.

Exaustos e ofegantes, Naik e Marcus deitaram-se lado a lado formando um abraço em concha.

3

Algum tempo depois, Naik, deitando sobre o peito do rei, acariciou os pelos e as cicatrizes do gigante e suspirou profundamente.

“Nós somos loucos por fazer isso. Você pode perder seu reinado e eu ser expulso do sacerdócio”

“Eu não me importo com nada disso Naik. Vocês sabe que eu só me importo com você”

“Eu sei, por isso fui embora”

Mirando um ao outro, Marcus desabafou:

“Não faça mais isso. Se tiver que fugir, que seja comigo”

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